sexta-feira, 18 de junho de 2010

Servidores públicos serão demitidos

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo disse nesta quarta-feira que os funcionários públicos federais que foram admitidos por concursos públicos fraudados vão ser demitidos.

Uma operação da Polícia Federal que investiga fraudes nos concursos identificou os seis primeiros e a forma como as fraudes foram praticadas .

O ministro foi procurado hoje pelo diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, para relatar as irregularidades identificadas nas investigações e comunicar sobre a operação que está sendo feita.

“No caso desses que estão sendo apontados pela Polícia Federal, o diretor já me disse que vai demitir seis e também vamos pedir a mesma medida para os que entraram com liminar no serviço público. O diretor me informou que já tem gente pleiteando até trabalhar em áreas estratégicas do governo. A pessoa não quer trabalhar no serviço público, que fazer maracutaia”, enfatizou.

Bernardo disse que sua pasta aguarda o fim das investigações para revisar as regras dos concursos. Segundo ele, não é admissível concurso público vulnerável, sujeito a fraude. O ministro informou que o governo acreditava que vinha agindo de maneira correta no que diz respeito aos concursos, mas as investigações estão mostrando que há falhas.

“Vamos ouvir os investigadores. Por enquanto, eles não podem dar informações, já que estão fazendo as investigações, porque poderia ter vazamento. A Polícia Federal tem que tomar providências e prender. Nós temos que tomar medidas para que isso não ocorra mais. A PF está de parabéns. Eles estão pegando uma coisa onde não havia sinais claros do que acontecia”.

Segundo as investigações, candidatos usaram aparelhos eletrônicos monitorados de fora do local onde faziam as provas, para obter as respostas das questões. E mesmo no curso de formação, existia assessoria externa, com pessoas passando informações.

Já às admissões com liminares, o ministro afirmou que a Justiça tem que rever os processos para evitar que um fraudador entre para a máquina pública. “Com certeza não ajuda a melhorar o serviço público. Quem quiser entrar no serviço público tem que entrar por mérito. Não pode ser por fraude”.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Assessor do MPF é suspeito de matar advogado a tiros.

Advogado Rodrigo da Luz Silva 34 anos foi morto a tiros. Ele teria se envolvido em uma briga com o vizinho, o diretor de Imprensa do Ministério Público Federal em SC, Rogério Postai.


Um assessor de comunicação do Ministério Público Federal foi acusado de matar a tiros, dia (10), o advogado integrante da Comissão de Fiscalização e Exercício Profissional da OAB em Santa Catarina, Rodrigo da Luz Silva.


Brigas e divergências de condomínio são apontados pela polícia como os motivos para o assassinato do advogado que era síndico do Condomínio Villagio, no Bairro Campeche, em Florianópolis. Os dois residiam no mesmo prédio.

O assessor foi preso em flagrante, instantes depois, num mato ao lado do condomínio por policiais rodoviários que teriam escutado os disparos. A Polícia não revelou o nome da pessoa detida, que posteriormente foi identificada como Rogério Postai, 48 anos, sendo ele encaminhado na sexta-feira para o presídio no bairro Itacorubi, em Florianópolis.

O presidente da OAB em Santa Catarina, Paulo Borba, disse que Rodrigo era um advogado militante pela instituição. No início da semana, havia sido nomeado para integrar uma comissão na Seccional. A OAB anunciou que irá acompanhar o trabalho da Polícia. (Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB-SC).

Arma

Pela manhã, Rogério foi levado até o terreno onde ele teria jogado um revólver calibre 38, segundo a equipe da Delegacia de Homicídios. A busca durou cerca de uma hora. A arma não foi encontrada.

De acordo com o delegado, o suspeito só deve falar em juízo e poderá responder por porte ilegal de arma, uma vez que Rogério só tinha o registro da arma, mas não tinha a autorização para portá-la, explicou o delegado.

Lula é Dilma.


Fonte: Josias de Souza

Pelo fim da famigerada Lei Kandir...

 a aprovação da distribuição da chamada cessão onerosa do pré-sal e o pagamento de R$ 4 bilhões até o final do ano, pelo Governo Federal,...