segunda-feira, 15 de março de 2010

Rei morto Rei posto.

Já são 13 os pretendentes pela governadoria do DF
Após o tsunami provocado pela Operação Caixa de Pandora, os políticos do Distrito Federal começam a ensaiar os primeiros passos para a corrida pela sucessão do governador afastado, preso e abatido eleitoralmente José Roberto Arruda (sem partido). Ainda de forma tímida, dirigentes de partidos iniciaram debates sobre composições e alianças, em um ritmo bem mais lento do que o registrado em outras campanhas. Mesmo assim, já há alguns avanços: mapeamento feito pelo Correio mostra que pelo menos 13 pré-candidatos surgem como prováveis concorrentes ao Palácio do Buriti e constroem os discursos que pretendem apresentar ao eleitorado neste momento de crise institucional no Executivo e no Legislativo.
Há quem se apresente como herdeiro do espólio de Arruda, ou seja, colaborador das realizações dos três anos de governo que deram ao governador afastado altos índices de aprovação antes de ser fuzilado pelas denúncias de corrupção e pagamento de mesadas a secretários e deputados, escândalo que estourou em 27 de novembro. Há quem busque o caminho inverso e tente justamente se desvincular do atual governo; quem pregue mudanças radiciais nas prioridades atuais; quem pegue uma carona na chapa presidencial e quem pretenda crescer com a bandeira da moralização dos gastos públicos.

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