segunda-feira, 23 de novembro de 2009

PMDB segue dividido sobre disputa em 2010

A reunião feita pelo PMDB no Paraná, no sábado, lançou mais dúvidas sobre a definição do partido para 2010. Representantes de 15 diretórios regionais, descontentes com o acordo feito com o PT, assinaram uma moção na qual dizem que "o PMDB deve ter candidato próprio à Presidência da República e que esse nome é do governador do Paraná, Roberto Requião".
Mas, mesmo os que estiveram em Curitiba mostraram dúvidas sobre qual o melhor caminho. "O PMDB tem possibilidade de se unir numa bandeira de crescimento e, se possível, ter candidato próprio. Senão, acredito que a melhor alternativa seria à candidatura do Serra, do PSDB", disse o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia.
"Eu pessoalmente tenho preferência pelo PT. Mas tenho preferência maior ainda pela candidatura própria", disse Requião.
O nome do governador do Paraná foi defendido com entusiasmo pelo senador gaúcho Pedro Simon e pelo ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger. "Não é uma candidatura anti-Lula, é uma candidatura do PMDB que pode, e tenho convicção de que vai para o segundo turno. Talvez seja a salvação do Lula para não perder para o Serra", comentou Simon ao chegar ao encontro, pouco antes de propor o nome do governador do Paraná para a disputa.
Para explicar a fala, o senador acrescentou que "Requião ganha fácil do Serra" no segundo turno das eleições, deixando claro não acreditar na possibilidade de sucesso nas urnas da candidatura da ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff.

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