segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Embaixada em Honduras deveria fechar, diz diplomata.

A resolução do impasse envolvendo o presidente deposto de Honduras pode depender de uma decisão do governo brasileiro que, segundo especialistas, têm duas opções: dar asilo a Zelaya ou conseguir do governo de fato garantias de que ele deixe a embaixada brasileira em Tegucigalpa sem o risco de ser preso.
O embaixador Rubens Ricúpero, ex-secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), vai além. Em sua opinião, a situação do governo brasileiro é tão complicada que, a rigor, não deveria nem mesmo ter embaixada no país centroamericano, pelo fato de não reconhecer as autoridades golpistas.

- Você só pode ter embaixada no país, com todas as garantias e imunidade, se você tem relações com o governo. O lógico é fechar a embaixada e retirar os diplomatas. Mantê-la aberta em um país, recebendo serviços de água, luz e telefone, cujo governo você não reconhece, é uma situação esdrúxula e só pode ser interpretada como medida de pressão. É como se o governo de fato estivesse diante de um grupo de estrangeiros sem visto - afirmou Ricúpero.

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