quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Bumbum de brasileira é eleito mais bonito do mundo

A brasileira Melanie Nunes Fronckowiak, 20 anos, recebeu o título de bumbum mais bonito do mundo, nesta quarta-feira, na França, em um concurso promovido por uma marca de lingerie.
O júri escolheu dois ganhadores dentre 45 finalistas de 26 países. O francês Saiba Bombote, 27 anos, foi o vencedor na categoria masculina.
Ambos ganharam um contrato de modelo para a próxima campanha internacional da empresa que promove o vento, um prêmio em dinheiro de 15 mil euros (R$ 43 mil), e uma apólice de seguro para seus bumbuns.
As informações foram divulgadas pela Sloggi, que promove o evento. Essa foi a segunda edição do concurso, chamado "Show me your Sloggi".
A final foi precedida de uma competição na Internet. Foram apresentadas mais de 11,2 mil fotos e mais de 31,8 milhões de pessoas votaram na busca do bumbum mais bonito do mundo. (Com informações do Terra)

Austríaco acusado de abusar da filha será julgado também por assassinato de bebê.

O austríaco Josef Fritzl, acusado de ter mantido a filha em cárcere privado ao longo de 24 anos de ter tido sete filhos com ela, foi acusado também pelo assassinato de uma das crianças, segundo documento judicial publicado nesta quinta-feira (13). A Procuradoria de Sankt Pölten, onde corre o processo, informou que o aposentado Friltz, de 73 anos, foi acusado de seqüestro, escravidão, incesto e vários outros crimes.
Fritzl manteve sua filha Elisabeth presa e incomunicável em um porão à prova de som em sua casa na cidade austríaca de Amstetten durante 24 anos. Durante os 24 anos que esteve trancada no porão, Elisabeth deu à luz sete crianças. Uma morreu pouco após nascer, e três foram adotadas oficialmente por Fritzl e sua mulher, Rosemarie. Os outros três filhos de Fritzl e Elisabeth nasceram e sempre viveram no porão, sem ver a luz do dia até abril deste ano, quando o caso veio a público. O austríaco é mantido preso desde então.
No mês passado, ele foi considerado mentalmente são e passível de ser submetido a um júri. O julgamento deve ocorrer no começo do próximo ano. Fritzl pode pegar pena de prisão entre 10 e 20 anos ou até a prisão perpétua, se for condenado por assassinato. O advogado de Fritzl não foi encontrado pela agência France Presse para comentar as acusações.
Antes de trancar a sua filha Elisabeth em um porão, onde a manteve em cativeiro durante 24 anos, Fritzl já tinha sido acusado de ter violentado uma mulher no final dos anos 1960. Por meio de seu comportamento sexual e da brutal dominação em relação às mulheres, Fritzl pretendia compensar as humilhações sofridas por parte de sua mãe, diz um relatório psiquiátrico sobre o caso, publicado por jornais austríacos. Ele mesmo teria garantido à psiquiatra que o entrevistou: "Nasci para a violência e, apesar disto, ainda me contive por um longo tempo".

Padrasto engravida a enteada

Uma criança de apenas 10 anos, grávida de cinco meses, acusa o padrasto, de 37 anos, de ser o pai do filho que espera. Ela mora na cidade de Mirador, de pouco mais de 2,3 mil habitantes, a cerca de 500 quilômetros de Curitiba, no noroeste do Paraná. O padrasto foi preso segunda-feira, por já ter mandado de prisão expedido pela comarca de Presidente Epitácio (SP), por roubo qualificado. Mas o delegado-adjunto de Paranavaí, Deoclécio Detros, que investiga a nova denúncia, pediu prisão preventiva também por estupro, atentado violento ao pudor e tentativa de aborto. Segundo Detros, a diretora da escola em que a menina estuda desconfiou que ela estaria grávida, em razão da mudança no comportamento e do volume do abdome. Levada ao posto de saúde, na última sexta-feira, houve a confirmação. Quando soube disso, o padrasto, que trabalha como motorista, saiu da cidade com a mãe da criança, com quem vive há seis anos, e um filho do casal. Ouvida pela polícia, a menina confessou que era abusada sexualmente pelo padrasto desde os oito anos. Ele foi preso em Santa Isabel do Ivaí, município próximo a Mirador. No depoimento, a menina disse que o padrasto chegou a comprar comprimidos e fez com que ela tomasse, com o intuito de provocar o aborto. "Ela tomou, mas não deu o resultado que o padrasto queria", informou Detros.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Eis um grande político e jurisconsulto brasileiro.

1849 - Rui Barbosa, escritor e diplomata brasileiro, o "Águia de Haia", nasceu em Salvador (BA). Aos 16 anos ingressou na Faculdade de Direito de Recife, transferindo-se dois anos depois para a Faculdade de Direito de São Paulo.
Em 1869 participou da criação do jornal Radical Paulistano, onde publicou seu primeiro artigo abolicionista, "A emancipação progride".
De volta à Bahia, iniciou carreira de advogado em 1872 e passou a colaborar no Diário da Bahia, assumindo mais tarde o cargo de editor-chefe.
Em 1878 foi eleito deputado provincial (estadual), e no mesmo ano, deputado geral para a Câmara do Império como representante baiano, sendo reeleito em 1881.
Rui é o autor do projeto de reforma eleitoral conhecido como Lei Saraiva, que, entre outras medidas, instituiu as eleições diretas no Brasil.
Em 1889, com a proclamação da República, foi nomeado vice-chefe do Governo Provisório e ministro da Fazenda. Durante sua gestão realizou a reforma econômica conhecida como "Encilhamento", cujos pontos principais eram: emissão de moeda, concessão de créditos públicos a empresas privadas, estímulo à formação de sociedades anônimas visando atrair capitais para a indústria e o comércio.
A liberalidade do crédito incentivou a criação de empresas fantasmas, e o país viveu a primeira febre de especulação financeira, gerando inflação alta e falências generalizadas, muitas delas fraudulentas.
Rui demitiu-se do cargo.
Eleito senador pela Bahia em 1890, foi constituinte de 1891. Tornou-se sócio-próprietário do Jornal do Brasil, iniciou uma campanha aberta contra o presidente Floriano Peixoto, que mandou fechar o jornal.
Rui exilou-se na Inglaterra por dois anos e, durante esse período, enviava artigos para serem publicados no Jornal do Comércio. Ingressou na Academia Brasileira de Letras em 1897, assumindo a presidência após a morte de Machado de Assis.
Em 1907 foi nomeado embaixador extraordinário e plenipotenciário do Brasil à Conferência de Paz em Haia, Holanda, defendendo com brilho a teoria brasileira de igualdade entre as nações.
Em 1909, candidatou-se à presidência da República e iniciou a Campanha Civilista – contra a candidatura do marechal Hermes da Fonseca. Pela primeira vez um processo eleitoral ganhou as ruas e chamou a atenção da opinião pública, conquistando amplos segmentos da classe média urbana, que incluía os estudantes.
Apesar de muito popular, Rui fracassou nas urnas. Novamente candidato nas eleições presidencias de 1919 pela oposição, foi derrotado por Epitácio Pessoa.
Em 1921 foi eleito juiz da Corte Permanente de Justiça Internacional de Haia.
Morreu no Rio de Janeiro em 1º de março de 1923.

1929 à vista


1929 – O crash da Bolsa de Nova York marca o início da Crise de 1929 e da Grande Depressão.
A década de 1920 começou próspera para os Estados Unidos, que viveram um período de pleno desenvolvimento.
Mas a partir de 1925, a economia americana começou a enfrentar dificuldades. Apesar de a indústria ter crescido bastante, o poder aquisitivo da população não absorvia a produção, e os países europeus, compradores de produtos americanos, estavam em período de recuperação econômica pós-guerra; além disso, a mecanização aumentava o desemprego.
A falta de consumidores gerou uma crise de superprodução. Os agricultores, para armazenar os cereais, pegavam empréstimos, e logo em seguida, perdiam suas terras.
As fábricas foram forçadas a diminuir a produção e demitir funcionários, agravando mais ainda a crise.
Em contrapartida, os preços médios das ações comuns na Bolsa de Valores de Nova York duplicaram nesse período, fazendo com que as pessoas comprassem ações esperando obter grandes lucros.
Em outubro de 1929, o valor das ações começa a cair, culminado no dia 24, a “Quinta-Feira Negra”, em que a Bolsa sofreu a maior queda da história.
Entre 24 e 29 de outubro, milhares de ações viraram pó, e os efeitos da crise foram sentidos no mundo inteiro.
A recessão econômica causou altas taxas de desemprego, quedas drásticas do produto interno bruto de diversos países, bem como quedas drásticas na produção industrial.
Em 1933, Franklin Roosevelt assumiu a presidência dos Estados Unidos e elaborou um plano chamado New Deal, pelo qual o Estado passaria a regular o mercado, disciplinando os empresários, corrigindo os investimentos arriscados e fiscalizando as especulações nas bolsas de valores, além de incentivar a produção e a retomada da economia.
Mas os efeitos benéficos do New Deal só começariam a aparecer no final da década de 1930, e a crise só terminaria mesmo às vésperas da eclosão da Segunda Guerra Mundial.
A Grande Depressão é considerada o mais longo e pior período de recessão econômica do século XX.

Ditadura no Brasil

1965 – Assinado pelo general Castello Branco, primeiro presidente da ditadura militar brasileira (1964-85), o Ato Institucional nº 2 extinguiu todos os partidos políticos em atuação no país.
Além disso, seu Art. 9º determinava que presidentes e vice-presidentes da República passariam a ser eleitos “pela maioria absoluta dos membros do Congresso Nacional”.
O AI-2 foi mais um passo importante no caminho do fechamento do regime.
No final de novembro daquele ano, fundaram-se dois partidos: Arena (Aliança Renovadora Nacional) e MDB (Movimento Democrático Brasileiro), que só viriam a ser extintos em novembro de 1979, com o retorno ao pluripartidarismo. Quanto às eleições diretas para presidente, estas só seriam restabelecidas em 1989, quatro anos depois do final da ditadura.
Mas naquele 27 de outubro de 1965, a ditadura começava a mostrar sua face horrenda.

Inicia-se o Nazismo na Alemanha


1923 – “Putsch da Cervejaria”, em Munique (Alemanha). Após a derrota na Primeira Guerra Mundial, Adolf Hitler, cabo do Exército alemão, voltou a Munique e filiou-se ao Partido dos Trabalhadores Alemães, fundado em 1919 com o objetivo de atrair trabalhadores para a causa nacionalista.
O Exército encorajava as atividades desses grupos, a fim de combater o perigo do socialismo.
Em 1920, o partido trocou de nome para Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, e no ano seguinte, Hitler se tornou seu chefe absoluto.
Os nazistas – como passaram a ser conhecidos – pediam a união dos alemães e o cancelamento do Tratado de Versalhes, que impôs à Alemanha o pagamento de altas indenizações pelos danos causados pela guerra. Hitler organizou um grupo paramilitar e ganhou o apoio de nacionalistas como o marechal Ludendorff, herói de guerra.
O governo da Baviera estava em conflito com o governo em Berlim, acusado de firmeza em relação à ocupação francesa no vale do Ruhr. Hitler considerou esse momento ideal para dar um golpe e assumir o governo.
Na noite de 8 de novembro de 1923, junto com o general Ludendorff, interrompeu uma concentração nacionalista na cervejaria de Bürgerbräu e proclamou a revolução nazista.
No dia seguinte, tentou tomar o governo da Baviera, junto com dois mil soldados. Um grupo de nazistas revoltosos recusou-se a cumprir ordens da polícia para dispersar, resultando na morte de 16 deles e de três policiais do governo.
Hitler e Ludendorff foram presos. O primeiro foi condenado por traição a uma pena de cinco anos, mas só ficou preso por nove meses. O general foi absolvido de todas as acusações. Durante a prisão, Adolf Hitler ditou seu livro Mein Kampf para seu secretário particular, Rudolf Hess, que se tornaria o vice-líder do Partido Nazista. O livro tornou-se a bíblia do Nacional Socialismo.

Pelo fim da famigerada Lei Kandir...

 a aprovação da distribuição da chamada cessão onerosa do pré-sal e o pagamento de R$ 4 bilhões até o final do ano, pelo Governo Federal,...